quinta-feira, 28 de março de 2013

Aplicação de Jogos didáticos no ensino de biologia

Por Angelo, Evaldo, Ewerton e Rafael

Nossa atividade de EDP VI, se trata da aplicação de um jogo didático na sala de aula. Um dos trabalhos que utilizamos como referência dessa prática trata-se de um estudo que analisa e  relaciona o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem em ciências com a aplicação de jogos didáticos em sala de aula. Este estudo relata a aplicação de um jogo que trabalha a evolução das plantas. Segue anexo o link desse trabalho que foi apresentado em um congresso de educação em 2009:

http://www.isad.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2944_1408.pdf

segunda-feira, 25 de março de 2013

Raízes moleculares da síndrome de Down


Por: Angelo, Evaldo, Eweron e Rafael.

Em artigo publicado ontem (24/03) na revista Nature Medicine, cientistas descrevem a cura dos sintomas comportamentais da síndrome de Down em ratos, trazendo novas esperanças para uma cura dos mesmos em humanos.
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Mas como seria possível o cromossomo extra, existente na síndrome de Down, alterar o desenvolvimento cerebral e corpóreo?
Os pesquisadores apresentam novas evidencias de que a proteína conhecida como “sorting nexin 27”, ou SNX27, tem sua produção inibida por uma molécula encodada no cromossomo 21. Esse estudo demonstra uma redução da SNX27 em humanos que apresentam a síndrome de Down, associando a baixa produção dessa proteína à existência de uma cópia extra do cromossomo 21, que altera as funções cerebrais. Também foi demonstrado pelo grupo uma melhora das funções cognitivas e comportamentais em ratos com síndrome de Down, a partir do aumento dos níveis/restauração da SNX27.

Para ler mais sobre o assunto:

Paper Original:
Wang, X., Zhao, Y., Zhang, X., Badie, H., Zhou, Y., Mu, Y., Loo, L., Cai, L., Thompson, R., Yang, B., Chen, Y., Johnson, P., Wu, C., Bu, G., Mobley, W., Zhang, D., Gage, F., Ranscht, B., Zhang, Y., Lipton, S., Hong, W., & Xu, H. (2013). Loss of sorting nexin 27 contributes to excitatory synaptic dysfunction by modulating glutamate receptor recycling in Down’s syndrome Nature Medicine DOI: 10.1038/nm.3117

quinta-feira, 21 de março de 2013

A Maquete como Material Didático

Olá Pessoal!
O material didático do meu grupo ficou pronto. Nós fizemos uma maquete para representar o ambiente em que os dinossauros viveram. O nosso objetivo foi trabalhar as três disciplinas (Genética, Paleontologia e Ecologia de Ecossistemas) de forma interdisciplinar. Com o uso da maquete em sala de aula, os alunos poderão explorar todos esses temas de maneira interativa. Acreditamos que a reconstrução do ambiente dos dinossauros representada na maquete proporcionará uma viagem ao passado e aumentará a capacidade de abstração dos alunos, ampliando assim a sua compreensão sobre o assunto. Mas, vocês devem estar se perguntando: " Como é possível enxergar a genética nessa maquete?". Bom, a genética está inserida nesse contexto de maneira implícita, ou seja, está relacionada com a variabilidade genética que ocorreu ao longo do tempo e que hoje é possível entender porque que existe tanta diversidade de espécies. Olhando para a maquete e comparando ela com a atualidade, os alunos conseguirão observar as mudanças que foram ocorrendo com as plantas e animais e sua relação com a natureza. E o mais importante, eles poderão concluir de que tudo está interligado, isto é, os eventos que ocorrem na natureza envolve muitos fatores e que o entendimento destes fatores proporciona uma visão do todo.





terça-feira, 19 de março de 2013

Descoberta de fóssil inédito em Peirópolis é publicada em revista científica

http://www.uftm.edu.br/noticias/ler/codigo/5407/t/DESCOBERTA+DE+FOSSIL+INEDITO+EM+PEIROPOLIS+E+PUBLICADA+EM+REVISTA+CIENTIFICA



Olá pessoal,
Hoje resolvi postar sobre uma reportagem que saiu no site da Uftm fim do ano passado dia 05 de dezembro de 2012, a reportagem fala sobre a descoberta de um fóssil inédito encontrado em Peirópolis. Todos nós sabemos que nossa região é privilegiada por conter  um sítio Paleontológico tão rico como Peirópolis e o melhor, ele pertence a nossa Universidade.
Voltando para esse achado incrível e já publicado numa revista renomada da área, o que tem de tão especial nesse fóssil? Boa pergunta!
Esse fóssil é o primeiro registro de uma família de peixes dentro do período cretáceo superior, que viveu há 85 milhões de anos. O fóssil de Peirópolis trouxe outra indagação importante para os pesquisadores. A nova descoberta veio da água doce. Mas os fósseis da família “amiídae” são típicos de água salgada. Uma curiosidade histórica que vai passar por estudos aprofundados.
Para ver na integra a reportagem, visite o link acima, lá você encontra como ler a reportagem que saiu na revista.
 tchau tchau ...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Análise da abordagem do tema Paleontologia nos livros didáticos de Biologia.

Olá pessoal, como andam os trabalhos de vocês?
Hoje a minha postagem é sobre um artigo que eu li que aborda questões relacionadas com o ensino de Paleontologia nas escolas. Eu selecionei duas ideias principais que o artigo menciona e gostaria muito de compartilhar com todos vocês.
 - Os principais problemas relacionado às abordagens de Paleontologia no Ensino Fundamental e Médio estão ligados à utilização de livros didáticos inadequados e/ou falta de preparação dos professores, os quais abordam de forma ineficiente os conceitos de Paleontologia.
- A abordagem do tema Paleontologia nos livros didáticos do Ensino Fundamental e Médio encontra os mesmo obstáculos enfrentados por outras áreas das Ciências Naturais, incluindo a discrepância entre a linguagem científica e a cotidiana, a impossibilidade dos professores de se manterem atualizados em relação aos conceitos científicos e a falta de relação entre o currículo escolar e as experiências concretas vivenciadas pelos alunos.
Para saber mais acessem o link abaixo:
Baixem o artigo e boa leitura!!!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Vocês sabem quais são as plantas mais antigas do mundo?

      Elas surgiram a milhões de anos, atravessaram eras conviveram com os dinossauros e ainda estão entre nós. São elas: as cavalinhas, as samambaias, as cicas e as coníferas. Sua aparência física encanta os olhos do apreciador. Elas são uteis para ornamentar as casas, escolas, jardins, e para a medicina como remédios naturais. Sabemos que na era mesozóica surgiram as primeiras plantas com flores e as primeiras aves, aumentando assim, a quantidade de polinizadores e como consequência aumentou-se a biodiversidade de plantas. Hoje contamos com uma enorme diversidade de plantas de todas as cores e tamanhos, uma verdadeira beleza natural - preserve-a! 


Agora você já sabe que olhando para essas plantas você estará vendo fósseis vivos! São relíquias presentes no seu cotidiano!  



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Boa tarde, pessoal!
Finalizamos o texto de base e começaremos a confecção do vídeo explicativo.
Estamos pesquisando vídeos a partir dos quais faremos recortes para montarmos o nosso.
Assim que tivermos um esboço postaremos para que vocês possam dar sugestões.

Até mais!



Como era a vida dos dinossauros???

O meu grupo vai falar sobre os dinossauros e como era o ambiente em que eles viviam. Vamos abordar também sobre os fósseis desses animais e a sua relação com a genética. Estamos montando uma maquete para representar este cenário e compará-lo com o atual, mostrando as mudanças evolutivas que ocorreram com os animais e com o meio ambiente ao longo do tempo. O vídeo a seguir mostra como era a vida desses répteis gigantes, espero que gostem!!!



domingo, 27 de janeiro de 2013

Fóssil de camarão de 100 milhões de anos é achado no Brasil

Descoberta é evidência de que o semi-árido nordestino foi banhado pelo mar na Era Cretácea

Lauriberto Braga


FORTALEZA - Pesquisadores da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentaram nesta quinta-feira o único fóssil de camarão achado no Brasil. A estimativa dos pesquisadores é que o fóssil tenha mais de 100 milhões de anos. Encontrado em maio do ano passado, no distrito de Romualdo, na cidade de Missão Velha, no Cariri cearense, os pesquisadores levaram oito meses de estudos para comprovar que o fóssil era de um camarão pré-histórico.
O fóssil de camarão trata-se da mais recente descoberta paleontológica do Brasil. Na apresentação, os pesquisadores destacaram que o achado é único exemplar no mundo, encontrado na Bacia Sedimentar do Araripe, entre o Ceará e Pernambuco, e que evidencia que o sertão nordestino na antiguidade era mar.
"Esse é um momento de grande relevância para a região, que se evidencia mundialmente diante da importância e variedade fossilífera da Bacia Sedimentar do Araripe", disse o pesquisador paleontólogo Antônio Álamo Feitosa Saraiva. Álamo Saraiva, que é pesquisador da Urca e diretor científico do Geo Park Araripe, revelou que a peça vai ficar exposta do Geo Park, que fica na cidade de Crato, a 550 quilômetros de Fortaleza. A exposição é para conhecimento da comunidade acadêmica e da sociedade em geral.
O fóssil será registrado na revista Zootaxa, uma publicação neozelandesa especializada em trabalhos que provem a existência de espécies inéditas no mundo.
Com a descoberta os pesquisadores informam que há assim evidências que o semi-árido nordestino já foi banhado pelo mar provavelmente na Era Cretácea (entre 140 milhões e 65 milhões de anos). Os estudos da Urca e da UFRJ indicam ainda que a região do Araripe pode ter tido lagoas com alto nível de salinidade na Pré-História.
"Essa descoberta inédita do fóssil do camarão prova que na Formação Romualdo, em Missão Velha, havia água com algum nível de salinidade. Ali era uma região isolada do mar, que deveria invadi-la esporadicamente", especula Álamo Saraiva.
Durante a solenidade de apresentação foi prestada uma homenagem ao cientista, professor e pesquisador da UFRJ, Alexander Kellner, que participou da equipe de escavação que encontrou o fóssil raro de camarão.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,fossil-de-camarao-de-100-milhoes-de-anos-e-achado-no-brasil,985560,0.htm


Pessoal, conforme combinado aqui estão os dois artigos que comentei em sala. O primeiro relata a possibilidade de clonar um mamute a partir de ossos congelados, o outro sobre o único fóssil de camarão encontrado no Brasil. 

Boa leitura!

Profª Ana Daniela 

Clone de mamute pode nascer em 5 anos

Pesquisadores japoneses anunciaram projeto para trazer o animal de volta à vida

por Redação Galileu
Depois de 12 mil anos desaparecidos, os mamutes voltarão a caminhar sobre a Terra em 2017. Esse pelo menos é o projeto de uma equipe de cientistas da Universidade de Kinki, no Japão. Eles anunciaram que irão começar em 2012 um estudo para clonar o animal, que deve ser concluído em 5 anos. Se conseguirem, irão trazer de volta um mamífero gigantesco (podia chegar a 12 toneladas) que habitou nosso planeta durante a Era do Gelo e que pode ter sido extinto por conta da ação do homem.

Ironicamente, a volta do animal só será possível por causa do aquecimento global, que começa a derreter a neve de certas áreas da Sibéria, na Rússia. Ali, pesquisadores do país encontraram uma ossada de mamute completamente preservada, debaixo de uma crosta de neve que permaneceu inalterada por milênios. Dentro do osso de uma das pernas do animal, os cientistas encontraram uma medula completamente preservada – de onde é possível retirar DNA intacto. Desde 2007, os cientistas planejam a clonagem do mamute, mas nunca haviam encontrado uma ossada que desse condições para o experimento. “Mas, desta vez, a amostra se manteve debaixo de uma camada de neve permanente, sob boa umidade, a –20ºC”, disse o professor Akira Iritani, chefe do projeto, à revista Galileu.

O osso ainda está congelado em um laboratório russo, mas será enviado aos pesquisadores japoneses. Eles pretendem retirar o DNA do animal de células da medula congelada e implantá-lo dentro de células-ovo de elefantes, parentes próximos da espécie. Assim, eles criariam um embrião com o código genético do mamute e o colocariam no útero de uma elefanta. Depois de alguns meses, nasceria o primeiro bebê mamute em milênios.

Mas a experiência não é certeza de sucesso. Em 2009, uma outra equipe de cientistas tentou trazer um animal extinto de volta à vida. Se tratava do íbex-dos-pirineus, uma espécie de cabra selvagem das montanhas que habitava a Espanha e se tornou extinta em 2000. Os cientistas implantaram seu DNA nas células-ovo de cabras. O animal até chegou a nascer, mas morreu apenas alguns minutos depois, por conta de complicações respiratórias. Mesmo assim, Akira afirma que não desistirá de seu trabalho, e se diz guiado por uma missão moral: “As pessoas vivendo hoje em dia na Terra têm a responsabilidade de salvar as espécies que desapareceram por causa rápido desenvolvimento da cultura humana”. 

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI283702-17770,00-CLONE+DE+MAMUTE+PODE+NASCER+EM+ANOS.html