segunda-feira, 4 de março de 2013

Análise da abordagem do tema Paleontologia nos livros didáticos de Biologia.

Olá pessoal, como andam os trabalhos de vocês?
Hoje a minha postagem é sobre um artigo que eu li que aborda questões relacionadas com o ensino de Paleontologia nas escolas. Eu selecionei duas ideias principais que o artigo menciona e gostaria muito de compartilhar com todos vocês.
 - Os principais problemas relacionado às abordagens de Paleontologia no Ensino Fundamental e Médio estão ligados à utilização de livros didáticos inadequados e/ou falta de preparação dos professores, os quais abordam de forma ineficiente os conceitos de Paleontologia.
- A abordagem do tema Paleontologia nos livros didáticos do Ensino Fundamental e Médio encontra os mesmo obstáculos enfrentados por outras áreas das Ciências Naturais, incluindo a discrepância entre a linguagem científica e a cotidiana, a impossibilidade dos professores de se manterem atualizados em relação aos conceitos científicos e a falta de relação entre o currículo escolar e as experiências concretas vivenciadas pelos alunos.
Para saber mais acessem o link abaixo:
Baixem o artigo e boa leitura!!!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Vocês sabem quais são as plantas mais antigas do mundo?

      Elas surgiram a milhões de anos, atravessaram eras conviveram com os dinossauros e ainda estão entre nós. São elas: as cavalinhas, as samambaias, as cicas e as coníferas. Sua aparência física encanta os olhos do apreciador. Elas são uteis para ornamentar as casas, escolas, jardins, e para a medicina como remédios naturais. Sabemos que na era mesozóica surgiram as primeiras plantas com flores e as primeiras aves, aumentando assim, a quantidade de polinizadores e como consequência aumentou-se a biodiversidade de plantas. Hoje contamos com uma enorme diversidade de plantas de todas as cores e tamanhos, uma verdadeira beleza natural - preserve-a! 


Agora você já sabe que olhando para essas plantas você estará vendo fósseis vivos! São relíquias presentes no seu cotidiano!  



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Boa tarde, pessoal!
Finalizamos o texto de base e começaremos a confecção do vídeo explicativo.
Estamos pesquisando vídeos a partir dos quais faremos recortes para montarmos o nosso.
Assim que tivermos um esboço postaremos para que vocês possam dar sugestões.

Até mais!



Como era a vida dos dinossauros???

O meu grupo vai falar sobre os dinossauros e como era o ambiente em que eles viviam. Vamos abordar também sobre os fósseis desses animais e a sua relação com a genética. Estamos montando uma maquete para representar este cenário e compará-lo com o atual, mostrando as mudanças evolutivas que ocorreram com os animais e com o meio ambiente ao longo do tempo. O vídeo a seguir mostra como era a vida desses répteis gigantes, espero que gostem!!!



domingo, 27 de janeiro de 2013

Fóssil de camarão de 100 milhões de anos é achado no Brasil

Descoberta é evidência de que o semi-árido nordestino foi banhado pelo mar na Era Cretácea

Lauriberto Braga


FORTALEZA - Pesquisadores da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentaram nesta quinta-feira o único fóssil de camarão achado no Brasil. A estimativa dos pesquisadores é que o fóssil tenha mais de 100 milhões de anos. Encontrado em maio do ano passado, no distrito de Romualdo, na cidade de Missão Velha, no Cariri cearense, os pesquisadores levaram oito meses de estudos para comprovar que o fóssil era de um camarão pré-histórico.
O fóssil de camarão trata-se da mais recente descoberta paleontológica do Brasil. Na apresentação, os pesquisadores destacaram que o achado é único exemplar no mundo, encontrado na Bacia Sedimentar do Araripe, entre o Ceará e Pernambuco, e que evidencia que o sertão nordestino na antiguidade era mar.
"Esse é um momento de grande relevância para a região, que se evidencia mundialmente diante da importância e variedade fossilífera da Bacia Sedimentar do Araripe", disse o pesquisador paleontólogo Antônio Álamo Feitosa Saraiva. Álamo Saraiva, que é pesquisador da Urca e diretor científico do Geo Park Araripe, revelou que a peça vai ficar exposta do Geo Park, que fica na cidade de Crato, a 550 quilômetros de Fortaleza. A exposição é para conhecimento da comunidade acadêmica e da sociedade em geral.
O fóssil será registrado na revista Zootaxa, uma publicação neozelandesa especializada em trabalhos que provem a existência de espécies inéditas no mundo.
Com a descoberta os pesquisadores informam que há assim evidências que o semi-árido nordestino já foi banhado pelo mar provavelmente na Era Cretácea (entre 140 milhões e 65 milhões de anos). Os estudos da Urca e da UFRJ indicam ainda que a região do Araripe pode ter tido lagoas com alto nível de salinidade na Pré-História.
"Essa descoberta inédita do fóssil do camarão prova que na Formação Romualdo, em Missão Velha, havia água com algum nível de salinidade. Ali era uma região isolada do mar, que deveria invadi-la esporadicamente", especula Álamo Saraiva.
Durante a solenidade de apresentação foi prestada uma homenagem ao cientista, professor e pesquisador da UFRJ, Alexander Kellner, que participou da equipe de escavação que encontrou o fóssil raro de camarão.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,fossil-de-camarao-de-100-milhoes-de-anos-e-achado-no-brasil,985560,0.htm


Pessoal, conforme combinado aqui estão os dois artigos que comentei em sala. O primeiro relata a possibilidade de clonar um mamute a partir de ossos congelados, o outro sobre o único fóssil de camarão encontrado no Brasil. 

Boa leitura!

Profª Ana Daniela 

Clone de mamute pode nascer em 5 anos

Pesquisadores japoneses anunciaram projeto para trazer o animal de volta à vida

por Redação Galileu
Depois de 12 mil anos desaparecidos, os mamutes voltarão a caminhar sobre a Terra em 2017. Esse pelo menos é o projeto de uma equipe de cientistas da Universidade de Kinki, no Japão. Eles anunciaram que irão começar em 2012 um estudo para clonar o animal, que deve ser concluído em 5 anos. Se conseguirem, irão trazer de volta um mamífero gigantesco (podia chegar a 12 toneladas) que habitou nosso planeta durante a Era do Gelo e que pode ter sido extinto por conta da ação do homem.

Ironicamente, a volta do animal só será possível por causa do aquecimento global, que começa a derreter a neve de certas áreas da Sibéria, na Rússia. Ali, pesquisadores do país encontraram uma ossada de mamute completamente preservada, debaixo de uma crosta de neve que permaneceu inalterada por milênios. Dentro do osso de uma das pernas do animal, os cientistas encontraram uma medula completamente preservada – de onde é possível retirar DNA intacto. Desde 2007, os cientistas planejam a clonagem do mamute, mas nunca haviam encontrado uma ossada que desse condições para o experimento. “Mas, desta vez, a amostra se manteve debaixo de uma camada de neve permanente, sob boa umidade, a –20ºC”, disse o professor Akira Iritani, chefe do projeto, à revista Galileu.

O osso ainda está congelado em um laboratório russo, mas será enviado aos pesquisadores japoneses. Eles pretendem retirar o DNA do animal de células da medula congelada e implantá-lo dentro de células-ovo de elefantes, parentes próximos da espécie. Assim, eles criariam um embrião com o código genético do mamute e o colocariam no útero de uma elefanta. Depois de alguns meses, nasceria o primeiro bebê mamute em milênios.

Mas a experiência não é certeza de sucesso. Em 2009, uma outra equipe de cientistas tentou trazer um animal extinto de volta à vida. Se tratava do íbex-dos-pirineus, uma espécie de cabra selvagem das montanhas que habitava a Espanha e se tornou extinta em 2000. Os cientistas implantaram seu DNA nas células-ovo de cabras. O animal até chegou a nascer, mas morreu apenas alguns minutos depois, por conta de complicações respiratórias. Mesmo assim, Akira afirma que não desistirá de seu trabalho, e se diz guiado por uma missão moral: “As pessoas vivendo hoje em dia na Terra têm a responsabilidade de salvar as espécies que desapareceram por causa rápido desenvolvimento da cultura humana”. 

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI283702-17770,00-CLONE+DE+MAMUTE+PODE+NASCER+EM+ANOS.html

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


http://www.cientic.com/tema_evoluc_img3.html

Boa tarde!

Nesse EDP VI meu grupo, que inclui a Caroline e a Drayna, escolheu trabalhar o tema especiação, já que podemos englobar a Ecologia, a Paleontologia e a Genética desenvolvendo um material didático único e interdisciplinar. Estamos na fase de elaboração do texto que servirá de base para a criação de um vídeo explicativo referente à origem de novas espécies. 


Até mais!


sábado, 3 de novembro de 2012

O Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade

O Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade  (GBIF).  Essa é uma iniciativa para tornar acessíveis na internet dados sobre biodiversidade.

"A rede é composta por 58 países e 46 organizações reúne informações sobre a ocorrência de espécies vegetais, animais e de microrganismos registradas em herbários, museus, coleções zoológicas e microbianas além de sistemas com dados de observação." Karina Toledo.

O Brasil está estruturando seu próprio banco de dados, o Sistema de Informações para a Biodiversidade e Ecossistemas Brasileiros (SIB-BR) .  O sistema é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que visa integrar informações sobre a biodiversidade e os ecossistemas brasileiros.

“A experiência do GBIF pode servir de modelo para a rede brasileira, pois não se trata simplesmente de um banco de dados, mas de uma plataforma que permite, por exemplo, usar ferramentas para análise das informações ali contidas”, disse Bustamante.

Referências: 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Visão Geral

Uma reportagem falando um pouco sobre o Uberabatitan ribeiroi. 
Essa reportagem e o vídeo nos mostram uma visão geral da descoberta, importância para a ciência e para a comunidade local.



Abraços,

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Experiência

Bom dia!


   Hoje, dia 19 de outubro 2012 estou aqui no laboratório da Disciplina de Genética separando os leucócitos das amostras e como há intervalos que tenho que aguardar, resolvi escrever um pouco sobre a minha experiência em EDP. 
   Devo confessar que o EDP VI foi o mais prazeroso. Acredito que os motivos sejam as disciplinas de Genética  (que amo muito), Paleontologia e Ecologia do Ecossistema e por estar MUITO mais madura em relação aos outros EDPs. 
   Nesse semestre o meu grupo foi o Madione e a Kamila, ambos meus melhores amigos (que amo muito também). Com toda certeza é muito melhor trabalhar com pessoas que temos afinidades do que com pessoas que mal conhecemos. Sei que durante a minha vida irei trabalhar com várias pessoas que não terei afinidades, mas desde o primeiro EDP fui aprendendo a desenvolver paciência, compreensão, companheirismo e principalmente comportamento coletivo. 
   Descobri que esse comportamento é extremamente difícil quando há milhões de coisas para fazer de todas as disciplinas e não resta muito tempo para o grupo se reunir. Além disso, TODOS ficam a ponto de explodir. Por mais que tentamos disfarçar, às vezes, acabamos nos desentendendo. Mas, logicamente isso faz parte do nosso desenvolvimento pessoal.
  Contudo, essa disciplina não só me ensinou como elaborar modelos didáticos e aulas e a trabalhar em grupo como também a melhorar como pessoa. 
   Devo agradecer aos professores pelas críticas construtivas que nem sempre me fizeram feliz (nem tudo são flores), porém, vocês colaboraram para o meu desenvolvimento como futura professora. 

Obrigada!


"Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar." (O Menestrel - William Shakespeare)