sábado, 3 de novembro de 2012

O Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade

O Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade  (GBIF).  Essa é uma iniciativa para tornar acessíveis na internet dados sobre biodiversidade.

"A rede é composta por 58 países e 46 organizações reúne informações sobre a ocorrência de espécies vegetais, animais e de microrganismos registradas em herbários, museus, coleções zoológicas e microbianas além de sistemas com dados de observação." Karina Toledo.

O Brasil está estruturando seu próprio banco de dados, o Sistema de Informações para a Biodiversidade e Ecossistemas Brasileiros (SIB-BR) .  O sistema é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que visa integrar informações sobre a biodiversidade e os ecossistemas brasileiros.

“A experiência do GBIF pode servir de modelo para a rede brasileira, pois não se trata simplesmente de um banco de dados, mas de uma plataforma que permite, por exemplo, usar ferramentas para análise das informações ali contidas”, disse Bustamante.

Referências: 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Visão Geral

Uma reportagem falando um pouco sobre o Uberabatitan ribeiroi. 
Essa reportagem e o vídeo nos mostram uma visão geral da descoberta, importância para a ciência e para a comunidade local.



Abraços,

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Experiência

Bom dia!


   Hoje, dia 19 de outubro 2012 estou aqui no laboratório da Disciplina de Genética separando os leucócitos das amostras e como há intervalos que tenho que aguardar, resolvi escrever um pouco sobre a minha experiência em EDP. 
   Devo confessar que o EDP VI foi o mais prazeroso. Acredito que os motivos sejam as disciplinas de Genética  (que amo muito), Paleontologia e Ecologia do Ecossistema e por estar MUITO mais madura em relação aos outros EDPs. 
   Nesse semestre o meu grupo foi o Madione e a Kamila, ambos meus melhores amigos (que amo muito também). Com toda certeza é muito melhor trabalhar com pessoas que temos afinidades do que com pessoas que mal conhecemos. Sei que durante a minha vida irei trabalhar com várias pessoas que não terei afinidades, mas desde o primeiro EDP fui aprendendo a desenvolver paciência, compreensão, companheirismo e principalmente comportamento coletivo. 
   Descobri que esse comportamento é extremamente difícil quando há milhões de coisas para fazer de todas as disciplinas e não resta muito tempo para o grupo se reunir. Além disso, TODOS ficam a ponto de explodir. Por mais que tentamos disfarçar, às vezes, acabamos nos desentendendo. Mas, logicamente isso faz parte do nosso desenvolvimento pessoal.
  Contudo, essa disciplina não só me ensinou como elaborar modelos didáticos e aulas e a trabalhar em grupo como também a melhorar como pessoa. 
   Devo agradecer aos professores pelas críticas construtivas que nem sempre me fizeram feliz (nem tudo são flores), porém, vocês colaboraram para o meu desenvolvimento como futura professora. 

Obrigada!


"Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar." (O Menestrel - William Shakespeare)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Paleontologia e Paleoecologia


Olá pessoal,

Pesquisando alguns artigos encontrei esse ótimo artigo: 

RIBEIRO, L.C.B.; CARVALHO, I.S. Peirópolis e Serra da Galga, Uberaba, MG. Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil. Fonte: http://sigep.cprm.gov.br/sitio028/sitio028_impresso.pdf

Segundo o artigo, o sítio paleontológico Peirópolis e Serra da Galga, apresenta uma das mais ricas faunas de vertebrados e invertebrados do Cretáceo Superior brasileiro. Os fósseis estão estratigraficamente contextualizados na Formação Marília (Bacia Bauru), abrangendo o município de Uberaba, Minas Gerais. Segundo os autores "na literatura científica são descritos vários crocodilomorfos, dinossauros e outros répteis e até mesmo anfíbio provenientes destas localidades".

Com o conhecimento dos fósseis viventes pode-se fazer a reconstrução ambiental da região de Uberaba de 70 milhões de anos e assim compreender melhor as relações entre os indivíduos. 

(Arte de Deverson da Silva Jr.)

Vale a pena ler o artigo!!

Abraços,

Bom dia pessoal!
Vamos colocar algumas fotos da aplicação de EDP na escola!
A aula foi realizada com os alunos do 3º ano do ensino médio na Escola Estadual Santa Terezinha!! 
Deize explicando genética.
Alunos assistindo a aula.
 
Deize explicando a estrutura do DNA.
Eu explicando sobre Paleontologia.
Eu explicando sobre Ecologia.

domingo, 14 de outubro de 2012

Caça-palavras

Olá, tudo bem?
Abaixo está o nosso caça-palavras! Posso dizer com toda convicção que os alunos amaram essa atividade! 

Obs.: o caça-palavras aqui no blog desconfigurou!


CAÇA – PALAVRAS:

G U K O H T J O H E T Y I F S E C A SA P A L E O E C O L O G I A J K U Y R D S V N U I D N A E S P O R O S P A Z D NA C A C H O R R O H E W Q F R S S A P E A V E É Ú S U W N I N A 
 D O I S D O I S Z E R O Q U A T R O C I N C O P E  E R A B L O CO M A D I O NE K A M I L A D E I Z E F H U R D F E R G H J K  O F G O L L Q U E I J O L U Z N U V E NS F EG YU I J
A A V E N I D A B R A S I L D U P L A C O R A Ç Ã O C H U V A À G U A S Ó D I O T R A N S C A R A M U J O F O S S I L I Z A Ç Ã O N Ã O S I M E S C O LA P I B I D G R E V E R N A É M A R A M E G A F Ó S S E IS A E I O U Ã O R E I N O R E F I C O F A G E K W J U R I Y P E A G D J L O E Í A G E A S Ó O S F O R T E S E N T E D E R Ã O B R U S CA P O A C E A E K
O F G O L L Q U E I J O L U Z N U V E NS D O I S D O I S Z E R O Q U A T R O C I N C O P E
 K K P E D R A R O C H A S H U M I L D A D E C C Y E W Ú O U F E G A C N I O P T G D D R T G H K O G E N E T I C A M E N T E U E H Ó P É F H T R A Q X B N J O E F G J Y R F S S E G N J T R E F G H O J E N Ú C L E O U M A O P E R A H W A T E N Ç Ã O G E NÉ T I C A É L I N D A F Ó S S E I S G O R D U R A S A M B I E N T E C O M U N I D A D E S S O L O P É Í D
O F G O L L Q U E I J O L U Z N U V E NS D O I S D O I S Z E R O Q U A T R O C I N C O P E
 E U Ó P Q U E T I W S V N H D F G E R D E C O M P O S I C Ã O G U E G T H J K U E D V G U K J I O Ç P F X A Q E V N J H Y D E C B X D E T J K U V A P E R A E R T F G H Y E S E V A F H U J K I R C S E G T O P A C I Ê N C I A B I O L O G I A T U R M A D O I S K A M I L A U W F H D N A A T O A Q U A T R O M E S E S S S P R O F E S S O R E S L U T A N D O H E G U K H D S A W M O R R E M N A P R A I A P O U G H G R I F F I T S M O U SE E F B U I M E D G T J I D T R A N S G Ê N I C O S A N I M A I S P L A N T A S D E G Y U B D E S A Q E B Y I N B R C D E Y B Y K I F E D E D S A D E T Y I H B F E R P R E S E R V A Ç Ã O O R F E F B HY T E D C A M I C R O F Ó S S E I S H E G Y J I O G E C R É T Y J N Í J F G Y U J N V W A Q A E T R V D E S SA C O M U N I D A D E S B I O L Ó G I C A S B I O F I M T H E E N D F E E G R R G A P I S C I N Ã O F A C U L B R E T A S S E T E A Z U L V E R E A D O R L A D R Ã O F G O L L Q U E I J O L U Z N U V E NS D O I S D O I S Z E R O Q U A T R O C I N C O P E N G U A R DA P E R A B L O CO M A D I O NE K A M I L A D E I Z E F H U R D F E R G H J K 

sábado, 13 de outubro de 2012

Oi gente!

Alguém ai ainda estava na esperança de ter um dinossauro?
Alguém sonhou com Jurassic Park nos dias de hoje?
Pois então, no site da abril, eles citam um "trabalhinho" recente da Nature mostrando por meio de comparação de amostras de DNA de três espécies de aves extintas que o tempo de vida do material genético é de 521 anos, pois, depois desse período, os nucleotídeos começam a se quebrar.
Sinto muito pessoal...

Abração,
Gabriel


Reportagem: http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/clonagem-de-dinossauros-e-impossivel-diz-estudo
Boa tarde pessoal,

saiu no site da UOL (http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/10/10/ministerio-publico-federal-aponta-incra-como-responsavel-por-um-terco-do-desmatamento-da-amazonia.htm) que o Ministério Público Federal mostrou que o Incra (Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária) é responsável por um terço do desmatamento da Amazônia.

Na reportagem também fala das multas altíssimas que terão que pagar, dos planos de recuperação das áreas degradadas entre outras exigências. O que realmente fica disso tudo pra mim é que, tudo bem, eles podem até cumprirem todas as exigências. Mas depois de eles plantarem algumas "mudinhas" e ficarem livres das eventuais multas, como eles pretendem recompor as espécies de vertebrados perdidas nessas ações? E as inúmeras espécies de invertebrados que colonizam uma única árvore (aracnídeos, insetos, hexápodas entre outros animais)?

Professoras e colegas há alguma lei que considera esse tipo de perda?

Um abraço,
Gabriel.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ecologia

Agora o de Ecologia.


Paleoecologia

A ________________________ é o ramo da Paleontologia que visa o entendimento das relações entre os organismos antigos e seus ambientes, enquanto que a Ecologia é o ramo da Biologia que objetiva entender as relações entre os organismos atuais e os seus ambientes de vida (polígrafo de autor desconhecido).
As espécies vivas não evoluem isoladamente; fazem parte de _______________________________       ____________________________, ou biocenoses, por sua vez integradas no meio de ecossistemas que abrangem o conjunto dos fatores físicos (clima, natureza dos solos, etc...) e biológicos (fauna e flora) do meio natural, os quais interagem num dado lugar e numa dada época. Portanto, a Paleoecologia propõe-se descrever os ecossistemas do passado e compreender a sua estrutura e funcionamento, permitindo assim, recolocar os organismos fósseis no contexto físico e biológico da sua época (RICQLÈS,1989).
Devemos lembrar que os organismos somente se preservam como fósseis quando estão em condições especiais. A conservação de restos de animais e plantas, que constituem os _____________________________________, não é muito simples e, portanto, geralmente são encontrados em quantidades relativamente pequenas. Assim sendo, fornecem uma informação limitada para a Paleoecologia.
Os __________________________________________ são constituídos por esporos, grãos de polens, algas e animais microscópicos. Eles podem ser encontrados aos milhares em um centímetro cúbico de sedimento, o que dá uma base estatística confiável a sua ocorrência. Eles são hoje em dia, a principal fonte de dados para a reconstrução de ambiente.


Referencia:
Paleontologia- Adriana Rossi, disponível em: http://www.adrianarossi.com/paleoecologia. php, acesso dia 14/05/2012.
Carvalho,Ismar de Souza, Paleontologia Conceitos e Métodos, 3ª edição, 2010, Editora Interciência.
Begon, Michael; Townsend, R., Colin; Harper, John.L., Fundamentos em Ecologia,3ª edição, 2009, Editora Artmed.

Paleontologia


    Bom dia!
    Segue o texto de Paleontologia que utilizamos durante o nosso trabalhos na escola. 

Paleontologia
A vida na Terra surgiu há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, e desde então, restos de animais e vegetais ou evidências de suas atividades ficaram preservados nas rochas e outros materiais como o gelo, o âmbar e os asfalto. Esses restos e evidências são chamados de __________________________ e constituem objeto de estudo da Paleontologia.
Após a morte dos organismos, no ciclo natural da vida, as partes moles entram em processo de ____________________________ devido à ação de bactérias e as partes duras ficam sujeitas às condições ambientais, contribuindo para sua destruição total. A ___________________________ representa a quebra deste ciclo natural e, portanto deve ser vista como um fenômeno excepcional, ou seja, decomposição não é sinônimo de fossilização.
A maioria dos fósseis são encontrados em rochas sedimentares e em regiões próximos da ___________________. Essas rochas onde são encontrados indicam as condições que prevaleceram no ambiente onde viviam esses organismos ou para o qual seus restos foram transportados. Os fósseis podem se preservar de diferentes modos, dependendo dos fatores e as substâncias químicas que atuaram apo a morte do organismo.
As partes duras podem ser preservadas através de vários processos de fossilização: Incrustação, onde as substâncias transportadas pela água cristalizam-se na superfície da estrutura, revestindo-a por completo, preservando assim a parte dura. Este processo ocorre geralmente com organismos mortos ou transportados para cavernas. A Permineralização é um tipo de fossilização bastante freqüente. Ocorre quando um mineral preenche os poros, canalículos ou cavidades existentes no organismo.
Os ossos e tronco de árvores são muito porosos e bastante susceptíveis a essa forma de preservação. A Recristalização ocorre quando há modificação na estrutura cristalina do mineral original, a composição química permanece a mesma. Isso pode acontecer em conchas de moluscos. A Carbonificação é um processo de fossilização onde ocorre a perda gradual dos elementos voláteis da matéria orgânica, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio são liberados, ficando apenas uma película de carbono. Ocorrem com maior frequência nas estruturas constituídas por lignina, celulose, quitina e queratina.
A ____________________________ é uma ciência importante para a Biologia porque fornece dados para o conhecimento da ________________________ biológica dos seres vivos através do tempo, auxilia na reconstituição da historia geológica da Terra, através dos estudos das sucessões faunísticas e florísticas preservadas nas ____________________ e auxilia na reconstituição do ambiente em que o fóssil viveu, contribuindo para a paleogeografia e paleoecologia. Portanto, a Paleoecologia tem como principal objetivo refazer as relações entre os organismos do passado e seu meio ambiente, inferidas a partir do registro fóssil.

Referencia:
Carvalho, I.de Souza, Paleontologia Conceitos e Métodos, 3ª edição, Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2010.